Se o Brasil tivesse na mão de administradores na época, e não de economistas, nós não teríamos vendido os 17% do bloco de controle.
Nós teríamos dado o direito de voto aos 83% de acionistas da empresa, pondo fim à ditadura do Capitalismo de Estado.
Os 83% teriam contratado administradores profissionais brasileiros, a Telebras seria hoje uma empresa nacional, e o governo teria o benefício da melhoria de eficiência e valorização dos seus 17%.
O Estado seria o maior acionista e teria assento no conselho, mas a administração seria eficiente, sem indicações políticas.
Das 10 milhões de linhas telefônicas passaríamos às 200 milhões que temos hoje, mas teríamos ainda uma empresa brasileira, forte, não pulverizada, de classe mundial.